Declaração

O assassínio de Weza e a banal
Diante da morte de Weza, o regime angolano reconfirma a banalização do mal e por conseguinte da vida.

Reafirma igualmente a falta de compromisso com a segurança dos angolanos, em especial das mulheres, multiplamente vítimas: na família, na escola, na igreja e na sociedade.

Os argumentos anteriormente aduzidos pela FoA, confirmam a negação da Constituição e dos Instrumentos Internacionais de Protecção e Defesa dos Direitos Humanos, no que a vida, a segurança e a integridade física dizem respeito.

A FoA encoraja mais uma vez a sociedade civil para pôr à prova os “tribunais” ao serviço da tirania, mas sem falsas expectativas. Sem acreditar que haverá justiça, mas precisa-se abrir o processo por razões históricas e honra à Weza, e à todas a vítimas femininas potenciais que este regime pode fazer!

Finalmente, a FoA reafirma a sua falta de confiança na possibilidade do regime angolano mudar. Assim, os angolanos não têm outro caminho, se não, a reconstrução do Estado por meio da desobediência civil, para que não mais Wezas venham a jazer sobre o solo.

Washington, 06 de Janeiro de 2017.

O Director Exectivo
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Florindo Chivucute

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